"Trata-se de um regime de monopólio impune que não está consagrado na lei nem regulamentado", vincou Correia Fernandes, em declarações aos jornalistas.
O assunto foi abordado no período de antes da ordem do dia da reunião camarária desta terça-feira e, de acordo com o socialista, "a maioria PSD/CDS confirmou que se trata de um serviço não regulamentado", revelando estar a "tomar medidas" para solucionar o problema.
"Temos recebido queixas de instituições, teatros e associações de que apenas uma empresa realiza a colagem de cartazes na cidade e que a mesma atua com violência sobre todas as entidades que querem intervir no espaço público", explicou Manuel Correia Fernandes, no fim da reunião do executivo.
A violência de que o vereador do PS fala refere-se à "colagem de cartazes por cima de outros que não tenham sido colados pela empresa" e a "ameaças físicas" a todas as entidades ou pessoas que tentem colar cartazes no Porto.
"Não sabemos sequer se aquela empresa tem alvará", observou Correia Fernandes.