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Ficha de Estátua

Monumento às Guerras Peninsulares

Estátua

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Pç Mousinho de Albuquerque

Na guerra Peninsular, as tropas napoleónicas invadiram Portugal por três vezes. JUNOT mais afortunado, conseguiu conquistar Lisboa e aí permaneceu algum tempo. A independência do país estava em perigo, a corte tinha retirado para o Brasil. O povo revoltou-se contra o invasor e os Portugueses, auxiliados por um pequeno exército inglês que velo em nosso auxílio, derrotaram JUNOT em Roliça, depois no Vimeiro e obrigaram-no a retirar.

A segunda invasão não passou do Porto e SOULT que a comandava, depois de vencido pela bravura dos Portuenses, retirou-se para a Galiza.

Massena tenta mais uma vez ocupar Portugal, mas batido no Buçaco e sustido nas Linhas de Torres Vedras, aceita a derrota e retira-se para Espanha em 1811. Contudo a paz só viria a ser definitiva em 1814.

O monumento mais importante que se ergue na cidade é sem dúvida, o dos HERÓIS DA GUERRA PENINSULAR.

Nessa época angustiosa, a guerra chegou ao Porto e o povo portuense, sacrificado de início, lutou com brio, até alcançar a vitória sobre o inimigo invasor. É esse sacrifício e essa vitória que o monumento nos transmite. O sacrifício, mostra-o as esculturas alusivas à tragédia da PONTE DAS BARCAS em que uma mãe chorosa, prestes a ser engolida pelas águas do rio, leva ao colo, um filho de olhar aterrorizado. O esforço da movimentação da artilharia, a participação dos populares na luta, e a valentia com que se bateram as nossas tropas , irradiam das figuras dos lados e da frente do monumento.

O elemento feminino sobressai desse conjunto: é a mulher que se afoga, é aquela outra que se esforça a puxar o canhão, é a valentia que empunha a bandeira e vai em frente para a luta.

No cimo da coluna, aparece a vitória do Patriotismo português, sobre a Águia do Império Napoleónico. Este monumento, com estatuária de bronze, foi construído com muita lentidão. Erguido o pedestal de pedra, levou muitos anos a compor o monumento.

Tendo-se iniciado a construção em 1909, com a participação do Arq. Marques da Silva e do escultor Alves de Sousa, só seria inaugurado em 1951. Durante o longo período da construção colaboram nessa obra, os escultores Henrique Moreira e Sousa Caldas. O pedestal com 45 metros de altura, desempenha com perfeição as finalidades para que foi criado. Serve para colocar no Espaço a vários níveis, a estatuária do monumento. Esta, por sua vez não sendo contida, escorre pela base do pedestal. No alto, onde parece que já não seria possível, estão colocadas as figuras enormes da Águia e do Leão, que parecem suspensos no ar.

Na frente da coluna, está inscrito o número MDCCCVIII no lado oposto, outro número, MDCCCIX.

A mensagem que esses números nos transmitem , integra-se no espírito regional da estatuária portuense. Entre 1808 e 1809 decorreram os acontecimentos bélicos da 2ª invasão Francesa, comandada por Soult.

Assim, o monumento não se erigiu em homenagem aos heróis portugueses das três invasões mas, muito em especial, aos portuenses que resistiram e venceram Soult.

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