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Anedotas Alentejanos (405)

 

Anedota nº 486

Era uma vez, um pastor que tinha, naturalmente, um rebanho de ovelhas e o respectivo carneiro para assegurar a continuidade do rebanho.
Ora aconteceu um dia uma fatalidade ao carneiro. Deulhe uma doença qualquer e morreu, facto que deixou o pastor muito aflito. Foi então ter com um pastor vizinho e contoulhe o sucedido:
Pois amigo, nem queira saber, estou muito preocupado pois morreume o meu carneiro e está a aproximarse a época do cio por isso vim falar consigo a ver se me emprestava o seu carneiro para fazer a cobrição das ovelhas senão fico desgraçado.
Ó compadre, pois não precisa ficar assim preocupado. Olhe não lhe posso emprestar o carneiro porque também não o tenho nem preciso.
Não precisa? Então como é que faz?
É muito simples. Quando chega a época agarro nas ovelhas, levoas para o monte, para um sítio assim a modos que isolado, que não tenha ninguém à volta, entende? E depois sou eu próprio que faço a cobrição, simples!
Não me diga, compadre! E resulta? Como é que sabe depois quais são as ovelhas que estão cobertas?
Se resulta! É muito simples. De manhã levantome e vou à janela. As ovelhas que estiverem ao sol, não ficaram cobertas. As que estiverem à sombra, ficaram!
E o pastor, acreditando naquelas tangas todas, assim fez. Meteu as ovelhas todas em cima da camioneta e levouas para o monte onde ele próprio se dispôs a fazer o serviço que deveria ser feito pelo carneiro.
Chegou a casa estafadíssimo e tarde que nem quis comer nem nada.
A mulher ficou um pouco admirada mas não disse nada. Até que no outro dia de manhã mais admirada ficou quando já manhã ia avançada e o marido ainda a dormir, nem tinha feito a ordenha nem nada:
Ó Maneli! Acorda hóme que já é tarde!
Ó Maria já vou. Olha fazme um favor, vai ali à janela e dizme quantas ovelhas estão à sombra!
Olha, à sombra não está nenhuma. Estão todas ao sol.
Não tinha dado resultado. De modo que, toca a carregar novamente as ovelhas para cima da camioneta monte acima até um sítio isolado e toca de bem, já sabem a fazer o quê às pobres das ovelhas.
Volta a casa ainda mais fatigado, chegou e pôsse logo a dormir, a mulher já começava a desconfiar, mas mesmo assim não se manifestou.
De manhã, já tarde, meio ensonado, diz para a mulher:
Ó Maria, vême lá se está alguma ovelha à sombra e vemme dizer.
Ó Maneli, não está nenhuma nem à sombra nem ao sol! Estão todas em cima da camioneta!

16 votos

 

Anedota nº 485

Filosofia alentejana:
Penso, logo exausto!

11 votos

 

Anedota nº 484

Um alentejano numa visita a Madrid resolve ir às putas.
Uma vez lá, o alentejano pergunta quanto é que aquilo vai custar.
Quando ouve os preços fica alarmado:
Chiça, nunca pensei que fosse tão caro. Eu não vim prevenido! Só trouxe mil paus. Não há por ai nada que custe mil paus!
Bem, só se quiser um flamenco!
Um flamenco, OK, pode ser! O que é isso exactamente?
Você masturbase, e a gente bate palmas.

7 votos

 

Anedota nº 483

Porque é que os alentejanos nunca vêm televisão à quarta-feira à noite?
Porque está "lotação esgotada".

16 votos

 

Anedota nº 482

Num quartel uma noite estava um alentejano de sentinela. aproxima-se um jipe.
O alententejano muito aflito pega na espingarda, aponta para o jipe e pergunta:
Sabe a senha ?
Sei.
Respondeu o condutor.
Ah, tá bem , então pode entrar.

15 votos

 

Anedota nº 481

Já sabes daquele alentejano a quem lhe foi pedido para ser testemunha de Jeová?
Ele recusou porque não tinha visto o acidente.

17 votos

 

Anedota nº 480

Um alentejano vai a Lisboa pela primeira vez. Quando lá chega entra num bar e, como estava cheio de fome, pergunta ao empregado o que é que eles costumam servir.
responde-lhe o empregado:
Olhe! Nós, aqui em Lisboa costumamos servir cachorroquentes!
Então dême lá o cachorro!
responde-lhe o alentejano.
Quando o empregado lhe dá o cachorro, este abre-o e diz:
Porra! Tinhame logo que calhar a pior parte do cão!

15 votos

 

Anedota nº 479

Um lisboeta passa pelo Alentejo num bruto Ferrari mas, não conseguindo contornar uma curva, despistase e desfaz o carro.
Começa ele então a gritar:
Ai o meu Ferrari! Ai o meu Ferrari!
Um alentejano que por ali passava, ao ver o gajo a gritar, diz-lhe:
Ó amigo. Então você está para aí a gritar "ai o meu Ferrari", e não vê que lhe falta um braço?
Começa então o lisboeta:
Ai o meu Rolex! Ai o meu Rolex!

16 votos

 

Anedota nº 478

Na província iam dois compadres montados numa burra, quando o que ia conduzir o animal, começou a sentir, um certo inchaço da parte do companheiro que vinha atras.
Então compadre, que lá isso, vou aqui bem ou que? Ao que o outro ligeiramente embaraçado respondeu:
O compadre desculpe lá mas estes movimentos...Ouça lá, vocemece ficava chateado se eu fosse à burra?
Concerteza compadre é toda sua! E assim foi, enquanto um segurava a burra pela arreata, o outro deliciava-se, acompanhado de palavras de amor...Ate que estando a atingir o clímax, gritou para o da frente.
Hei compadre bote-lhe ai um beijo nos beços, que eu na chego lá

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Anedota nº 477

Nos anos 60 um Alentejano emigrou para os EUA e voltou 2 anos depois com um grande carrão e duas boazonas agarradas a ele.
Chegou à praça da aldeia e diz-lhe um antigo amigo:
Eh Compadre! Abalou daqui há 10 anos sem nada e chega hoje cheio de dinheiro. Como é que conseguiu enriquecer tão depressa?
Diz o outro:
Foi a trabalhar nos filmes do cinema. Tão o compadre nunca viu aqueles filmes onde aparece um leão a espreitar por um buraco, a abrir a boca que parece que vai engolir a gente?
Já vi sim senhori.
Táo olhi! Eu sou o que está debaixo a puxarlhe os colhões.

7 votos

 

 

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